“Ferrugem
e Osso” é um drama francês de 2013, dirigido por Jacques Audiard. É baseado em
um livro de mesmo nome (Rust and
Bone em inglês) e foi indicado a vários prêmios, como a Palma de Ouro em
Cannes e o Globo de Ouro.
O filme conta a história de Ali, que se vê desempregado com um filho de cinco anos para cuidar. Ele decide ir morar com a irmã e consegue arrumar um emprego como segurança de boate. É lá que ele conhece Stephanie (Marion Cotillard – linda como sempre!), ao apartar uma briga. Ela é treinadora de orcas, até que um dia sofre um acidente em seu trabalho que a faz perder as duas pernas. Esse é, basicamente, o contexto em que se desenrola o enredo do filme, permeado por sentimentos como solidão, incapacidade e amor.
À medida que vão se conhecendo
melhor, Ali e Stephanie desenvolvem uma relação que a princípio pode ser
caracterizada como amizade, mas que ao longo do filme vai tomando outras formas,
o que dá espaço para uma exploração de vários quesitos técnicos do filme de
maneira bonita e tocante.
A fotografia do filme é muito bonita, com cenas iluminadas (adoro!) e enquadramentos bem feitos. As cenas da praia e o “reencontro” de Stephanie com a baleia merecem destaque nesses aspectos. No geral, o filme consegue transmitir a mensagem que deseja através do cenário e do ambiente, o que é bem interessante, pois provoca uma imersão do espectador na história. Entretanto, é possível sentir certo vazio nas transições entre as cenas. Muitas vezes, elas parecem um tanto desconexas e abruptas, fazendo com que o filme apresente uma deficiência na fluidez das imagens.
A trilha sonora é um caso à parte! A primeira faixa é Wash, do Bon Iver. Também faz parte da trilha a música Firework, da Katy Perry, que combina muito bem com a cena. A escolha das faixas é pertinente durante todo o filme, unindo-se com as imagens de maneira quase perfeita. A seleção de Wolves (Act I and II), também do Bon Iver, dá um ar nostálgico e emocionante à última cena.
Mesmo podendo ser um pouco cansativo em alguns momentos, Ferrugem e Osso é um bom filme, com bons momentos e uma história muito bonita. Interessante ressaltar que mesmo sendo um filme dramático, o andamento do filme não provoca aquela sensação de que foi feito para fazer chorar. Ele passa longe de dramas clichês, sendo simplesmente bonito.
O filme conta a história de Ali, que se vê desempregado com um filho de cinco anos para cuidar. Ele decide ir morar com a irmã e consegue arrumar um emprego como segurança de boate. É lá que ele conhece Stephanie (Marion Cotillard – linda como sempre!), ao apartar uma briga. Ela é treinadora de orcas, até que um dia sofre um acidente em seu trabalho que a faz perder as duas pernas. Esse é, basicamente, o contexto em que se desenrola o enredo do filme, permeado por sentimentos como solidão, incapacidade e amor.
A fotografia do filme é muito bonita, com cenas iluminadas (adoro!) e enquadramentos bem feitos. As cenas da praia e o “reencontro” de Stephanie com a baleia merecem destaque nesses aspectos. No geral, o filme consegue transmitir a mensagem que deseja através do cenário e do ambiente, o que é bem interessante, pois provoca uma imersão do espectador na história. Entretanto, é possível sentir certo vazio nas transições entre as cenas. Muitas vezes, elas parecem um tanto desconexas e abruptas, fazendo com que o filme apresente uma deficiência na fluidez das imagens.
A trilha sonora é um caso à parte! A primeira faixa é Wash, do Bon Iver. Também faz parte da trilha a música Firework, da Katy Perry, que combina muito bem com a cena. A escolha das faixas é pertinente durante todo o filme, unindo-se com as imagens de maneira quase perfeita. A seleção de Wolves (Act I and II), também do Bon Iver, dá um ar nostálgico e emocionante à última cena.
Mesmo podendo ser um pouco cansativo em alguns momentos, Ferrugem e Osso é um bom filme, com bons momentos e uma história muito bonita. Interessante ressaltar que mesmo sendo um filme dramático, o andamento do filme não provoca aquela sensação de que foi feito para fazer chorar. Ele passa longe de dramas clichês, sendo simplesmente bonito.
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